O que seria um "governo sem jornais"? Muito simples: seria um regime em que o Estado "editaria" a sociedade, diariamente. Ou, em outros termos, um Estado que, em lugar de resultar da vida social em liberdade, passasse a ser um condutor da vida social – claro que representado por um soberano, por um guia, por um uno que encarnasse o próprio espírito do Estado. Nesse sentido, um governo sem jornais seria uma completa inversão dos valores que fundam a democracia. Leia mais no Observatório da Imprensa
terça-feira, 10 de novembro de 2009
A imprensa e a democracia
O que seria um "governo sem jornais"? Muito simples: seria um regime em que o Estado "editaria" a sociedade, diariamente. Ou, em outros termos, um Estado que, em lugar de resultar da vida social em liberdade, passasse a ser um condutor da vida social – claro que representado por um soberano, por um guia, por um uno que encarnasse o próprio espírito do Estado. Nesse sentido, um governo sem jornais seria uma completa inversão dos valores que fundam a democracia. Leia mais no Observatório da Imprensa
Belém sediará 4° plenária da conferência de comunicação.

Por Yasmim Uchôa
Após as etapas preparatórias de Marabá,Altamira e Santarém, será a vez de Belém sediar a 4ª Plenária Regional da Conferência Estadual de Comunicação.
A etapa reunirá representantes de 77 municípios do Pará no próximo dia 14 de novembro, no Parque dos Igarapés.
O tema da 1ª Conferência Estadual de Comunicação, que acontecerá nos dias 20 e 21 de novembro, é "Comunicação: meios para construção de direitos e de cidadania na era digital".
Os debates vão girar em torno do papel da comunicação democrática na garantia da liberdade de expressão, da inclusão social, da diversidade cultural e religiosa. Na plenária da Região Metropolitana serão eleitos 195 participantes para o evento estadual.
A conferência é destinada a profissionais, empresários e estudantes das áreas de comunicação, letras, educação, tecnologia e ciências humanas, segmentos sociais e Poder Público.
Confira a programação completa AQUI
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
“O Mundo de Alice”: entre nessa barca.
A abertura das arrecadações de brinquedos para o projeto “O Mundo de Alice”, será feita amanhã, dia 6 de novembro. Os brinquedos serão distribuídos para a comunidade São Pedro da Vila da Barca. A iniciativa é da FAP JR, agência júnior de publicidade.
As doações podem ser feitas no hall do bloco C, nas dependências da FAP, às 18 horas, quando ocorre a apresentação de um vídeo e de uma banda local. Estudantes interessados devem comparecer ao estande, coordenado por Leandro Brabo, diretor do Projeto.
A Fap Jr. pede ajuda aos estudantes de comunicação social para afiliarem-se à inicitiva. O objetivo é a publicação e a mediação dos projetos auto-sustentáveis feitos com comunidades carentes.
Neste Natal, faça uma criança sonhar. Um único brinquedo doado, um pouquinho da sua atenção, é o suficiente para desencadear a esperança na Vila da Barca.
Seja solidário, a mudança começa na sua comunidade.
BENEDITO NUNES: 80 ANOS DO PENSADOR BRASILEIRO
As homenagens começaram no dia 23 de outubro quando a UNAMA concedeu-lhe o título de Doutor ‘Honoris Causa’, condecoração máxima outorgada pela instituição. Ao final da cerimônia, durante o coquetel de encerramento, os convidados prestigiaram a exposição “Benedito Nunes: 80 anos de sabedoria”, montada na Galeria de Arte “Graça Landeira”.
UM POUCO DE HISTÓRIA
Benedito José Viana da Costa Nunes, nasceu em Belém do Pará no dia 21 de novembro de 1929. Eterno aprendiz e um autodidata, como se considera, Benedito define seu trabalho como “um tipo mestiço das duas espécies, a filosofia e a literatura”. Professor, filósofo, crítico e ensaísta, especializou-se em analisar obras de grandes escritores como Clarice Lispector, João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa dentre outros.
Fez Mestrado na Sorbonne, em Paris e foi um dos fundadores da Faculdade de Filosofia do Pará e do Norte Teatro-Escola. Este último juntamente com a esposa Maria Sylvia Nunes e a cunhada Angelita Silva. Publicou grande número de artigos e resenhas em jornais regionais e de circulação nacional sobre filosofia e manifestações da cultura popular e erudita.
Entre os trabalhos destacam-se: encenação de Morte e Vida Severina, no 1º Festival Nacional de Teatro Amador (1958), no Recife, o que lhe valeu o prêmio de melhor adaptação teatral; O Mundo de Clarice Lispector (1966); Poesia de Mário Faustino (1966); Farias Brito: Trovas Escolhidas (1967); O Dorso do Tigre (1969); Leitura de Clarice Lispector (1973); Oswald Canibal (1978); O Livro do Seminário (1983); Passagem para o Poético: Filosofia e Poesia em Heidegger (1986); O Tempo na Narrativa (1988); A Paixão Segundo GH/ Clarice Lispector (1988); O Drama da Linguagem: uma Leitura de Clarice Lispector (1989); O Crivo de Papel (1999) e Hermenêutica e Poesia — O Pensamento Poético (1999).
XIII Feira Pan-Amazônia do Livro 2009.
Belém do Pará abre as portas para a XIII a maior feira da América Latina.

A França é o país homenageado na XIII edição da Feira Pan-amazônica do livro, que ocorre no Hangar, Centro de Convenções, até do dia 15. O espaço receberá uma decoração especial, com réplicas do Arco do Triunfo e Torre Eiffel.
A feira é marcada por uma variedade de linguagens. Cinema, música, teatro e danças serão os eixos da programação Francesa. Além de performances com artistas nacionais e internacionais.
PÚBLICO INFANTO - JUVENIL.
Uma das principais novidades é o Parque da Turma da Mônica. A programação é direcionada para a Amazônia. O criador da Turma, Maurício de Souza, participa da feira.
PROGRAMAÇÃO MUSICAL. Lenine, Flávio Venturini e o grupo Teatro Mágico já estão confirmados para o show de abertura. O palco está montado à beira do lago do Hangar.
ESPAÇOS LITERÁRIOS.
O setor dedicado ao encontro literário terá 20 horas de atividades. Zeca Camargo, Zuenir Ventura, Emir Sader e Ariano Suassuma debaterão com o público paraense.
XIII Feira Pan-Amazônica do Livro
Período de 6 a 15 de Novembro
Onde: Hangar - Centro de Convenções
Verequete: ícone do carimbó paraense morre aos 93 anos.
Verequete, nasceu em 26 de agosto de 1916 em Careca na zona bragantina. Aos três anos de idade, com a morte da sua mãe, mudou com seu pai para o município de Ourém, desenvolvendo os primeiros passos do ritmo no terreiro da negra ‘Piticó’. Seu apelido surgiu durante um culto umbandista, onde o pai de santo o chamou de “Mestre Verequete”, Augusto gostou e adaptou.
Na tarde da quarta-feira, foram feitas homenagens ao Rei dos tambores. O corpo do músico foi levado em carro aberto do Teatro da Paz a um cemitério particular em Marituba.
“A música do Pará perde um divulgador de sua cultura... Éramos amigos, e eu tinha um respeito muito grande por ele. É uma perda irreparável”, diz Pinduca lembrando sua amizade com o mestre.
A Diretora da Escola de Música da UFPa, Lúcia Anchôa, apelando aos paraenses também homenageou Verequete: “Espero que Verequete seja eternizado pelo povo do Pará assim como foram Waldemar Henrique e o maestro Altino Pimenta. Verequete deve ser lembrado como um exemplo para todos os jovens músicos paraenses, por ter sido um homem que não só sabia valorizar e exaltar a cultura do Estado, como tinha orgulho de ser paraense”.
A banda Uirapuru lançou recentemente, “Homenagem ao Mestre”, uma nova música para comemorar a importância de Verequete aos ritmos paraenses, com o refrão “Verequete, seus amigos nunca vão te deixar só; tu sabes, és lenda pura da vida do carimbo”.
Conhecido como maior expressão artística do carimbo do Pará, foi um dos primeiros divulgadores do ritmo no subúrbio de Belém. Organizou o conjunto o “Uirapuru”, lançando seu primeiro disco em 1970, com ritmos de carimbo e afro-indígena. Além de 11 discos e 4 CDs gravados durante sua carreira. A obra foi reconhecida através do Prêmio Mestre Humberto Maracanã, do Ministério da Cultura.
Em 2002 o curta paraense que homenageia o mestre, “Chama, Verequete”, ganhou o premio Kikito de Ouro do Festival de Gramado. O prêmio ajudou a amplificar o reconhecimento nacional e mundial da obra. O mestre não recebeu o prêmio em vida, porém Edilson moura Diretor da Secult, assegurou que o valor de R$10 mil deve ser entregue à sua família.
Prêmio Samuel Benchimol - Avaliação ocorre dia 12 de novembro
Ocorre no dia 12 de novembro a avaliação do Prêmio Samuel Benchimol. O prêmio é uma iniciativa do Governo Federal, em parceria com o Banco da Amazônia, Confederação Nacional das Indústrias (CNI), SEBRAE, e as Federações de Indústrias da Região. Direcionada para a Amazônia, a iniciativa visa incentivar o empreendedorismo consciente.
O prêmio divulga as propostas técnico-científicas para o desenvolvimento sustentável da região amazônica, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida do povo ribeirinho e para a proteção da floresta.
O Ministério do Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior - MDIC, instituiu o Prêmio Professor Samuel Benchimol em 2004 e desde então vem premiando projetos de desenvolvimento sustentável da Região Amazônica.
A solenidade de entrega do prêmio ocorre no dia 04 de dezembro na Associação dos Magistrados do Estado de Rondônia.
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